E-mail marketing

O que o Capem define sobre a prática de e-mail marketing?

O primeiro registro de e-mail marketing é de 1978. Foi só a partir dos anos 1990, entretanto, quando as empresas enxergaram o potencial da internet, que ele ganhou força como ferramenta de publicidade. E, mesmo com tantas mudanças desde então, ele ainda é muito utilizado para alcançar a conversão de vendas.

Assim como outras formas de publicidade, existe uma regulamentação a ser seguida. Trata-se do Código de Autorregulamentação para a Prática de e-mail Marketing (Capem). Ele protege não só os consumidores, mas as empresas que praticam esse tipo de estratégia.

Quer saber mais sobre o Capem? Então, continue a leitura e veja como fazer uma campanha com segurança e eficiência. 

O que é e qual o objetivo do Capem?

No passado, o grande alcance do e-mail marketing foi responsável pela venda de contatos eletrônicos. Muitas empresas compravam esses dados e enviavam seus conteúdos para quem não os havia solicitado.

Os domínios, então, passaram a criar configurações específicas para bloquear e-mails suspeitos e, assim, proteger seus usuários. Com isso, até mesmo campanhas bem executadas e que respeitavam o público-alvo eram jogadas no lixo eletrônico.

Em 2009, para regularizar essa situação, foi criado o Capem. E foi por meio dele que se tornou possível profissionalizar as ações de e-mail marketing a partir da definição de regras de envio. 

Quais são os princípios do Capem?

Apresentamos, a seguir, os principais aspectos que regem o Capem. Confira!

Autorização de recebimento

Em nenhuma hipótese, um usuário pode receber um e-mail que não tenha sido solicitado ou autorizado por ele. Em outras palavras, somente se pode enviar uma campanha para bases opt-in, double opt-in ou soft opt-in.

Além disso, a opção de cancelamento de recebimento é um item obrigatório em todo e-mail. Conhecida como opt-out, ela é um direito do consumidor  que pode cancelar o recebimento a qualquer momento.

Domínio próprio

Um e-mail marketing só pode ser enviado a partir do domínio próprio da empresa remetente ou de uma empresa terceirizada. Em caso de endereços suspeitos, eles são direcionados imediatamente para a caixa de spam.  

Imagens e anexos

Não é qualquer conteúdo que pode ser inserido no e-mail marketing. A regra é clara: qualquer arquivo de mídia (fotos e vídeos, por exemplo) deve ser hospedado em servidores do remetente. Para os anexos, é necessário que exista uma aprovação prévia do receptor.

Formatos autorizados

O conteúdo a ser enviado deve ser composto apenas de arquivos do tipo HTML e TXT. O HTML é o formato mais utilizado no flat design, um estilo visual que valoriza ainda mais o e-mail, além de melhorar o engajamento. 

Base de e-mails

A compra de endereços eletrônicos cadastrados em outras empresas é terminantemente proibida. Pode parecer óbvio, mas, acredite, essa prática era bastante recorrente antes da regulamentação.

É importante que as empresas não vejam o Capem como um dificultador, mas como uma garantia de que a ferramenta seja usada com eficiência e de forma profissional. Afinal, ninguém quer ver uma campanha bem feita ir para o lixo eletrônico.

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